| dc.creator | Figueiredo, Rafael Bruno Olegario | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-21T18:10:19Z | |
| dc.date.available | 2026-08-21 | |
| dc.date.available | 2026-08-21T18:10:19Z | |
| dc.date.issued | 2026-07-16 | |
| dc.identifier.uri | http://memoria.ifrn.edu.br/handle/1044/3286 | |
| dc.description.abstract | This work aims to analyze the concept of galactic habitability in the Milky Way,
emphasizing the influence of the massive variation of stellar bodies and their proximity
as determining factors for the existence and maintenance of potentially habitable
environments. The study is bibliographically situated within the field of astrobiology, an
interdisciplinary science that investigates the conditions necessary for the emergence of
life at different cosmic scales. Starting from the notion of a planetary habitable zone, the
work expands the scope of the analysis to the galactic context, considering factors such
as stellar density, radiation, and orbital dynamics. In the inner portions of the galactic
disk, close to the nucleus, a high concentration of massive stars, a higher rate of
supernovae, and intense emission of gamma radiation and cosmic rays are observed
conditions that tend to make these regions hostile to the stability of planetary systems and
the preservation of atmospheres. On the other hand, data shows that more distant, but not
extremely dispersed, regions tend to present less risk to the stability of planets and moons.
Thus, the research shows how the distance and density between stellar bodies become
critical parameters: very dense regions increase the risk of gravitational disturbances and
destructive events, while very dispersed regions reduce the probability of planetary
formation. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | FUNCERN | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Astrobiologia | pt_BR |
| dc.subject | Habitabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Via Láctea | pt_BR |
| dc.subject | Estabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Planetas | pt_BR |
| dc.title | Zona habitável galáctica: riscos e oportunidades que condicionam a existência de ambientes potencialmente habitáveis em mundos telúricos na Via Láctea | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/1605410104222707 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Morais, Matheus Rovere de | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2985858071812864 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Morais, Matheus Rovere de | |
| dc.contributor.referee2 | Oliveira, Carlos Allan de Souza | |
| dc.contributor.referee3 | Silva, Maria Zelândia Rocha | |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Macau | pt_BR |
| dc.publisher.initials | IFRN | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIÊNCIAS BIOLÓGICAS | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente trabalho tem como objetivo analisar o conceito de habitabilidade galáctica na Via Láctea, com ênfase na influência da variação massiva de corpos estelares e a proximidade entre eles como fatores determinantes para a existência e manutenção de ambientes potencialmente habitáveis. O estudo se insere bibliograficamente no campo da astrobiologia, ciência interdisciplinar que investiga as condições necessárias para o surgimento da vida em diferentes escalas cósmicas. Partindo da noção de zona habitável planetária, o trabalho amplia o escopo da análise para o contexto galáctico, como densidade estelar, radiação e dinâmica orbital. Nas porções internas do disco galáctico, próximas ao núcleo, observa-se alta concentração de estrelas massivas, maior taxa de supernovas e intensa emissão de radiação gama e raios cósmicos, condições que tendem a tornar essas regiões hostis à estabilidade de sistemas planetários e à preservação de atmosferas. Por outro lado, dados comprovam que regiões mais afastadas, mas não extremamente dispersas, tendem a apresentar menos risco a estabilidade de planetas e luas. Assim, a pesquisa mostra como a distância e a densidade entre os corpos estelares tornam-se parâmetros críticos: regiões muito densas elevam o risco de perturbações gravitacionais e eventos destrutivos, enquanto regiões muito dispersas reduzem a probabilidade de formação planetária. | pt_BR |