Mostrar registro simples

dc.creatorRamalho, Artevaldo da Silva
dc.date.accessioned2026-09-03T15:24:59Z
dc.date.available2026-09-03T15:24:59Z
dc.date.issued2022-12-22
dc.identifier.citationRAMALHO, Artevaldo da Silva. Avaliação, decolonialidade e práticas docentes. 2022. Dissertação (Mestrado em ensino) - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://memoria.ifrn.edu.br/handle/1044/3306
dc.description.abstractThis research arises from the light of a problematic that came from a personal uneasiness, from an affliction that frightens everyone who profoundly dedicates themselves for an educational profession. This questioning arose when we referred to this or that specific to the teaching profession. As far as our case is concerned, it is the teacher's evaluative practices that concerns us, more precisely in the following question: which exams should be applied with what kind of teaching methods and techniques that are not "colonial"?. It is the exams who disturb us; the definition of what practices to use in schools, also the teacher’s modus operandi in the classroom. All these questions are extremely important and necessary for teaching work, so these concerns and all others that appear in the school routine is due to the teacher. What bothers us is that, either we notice it or not, every teacher who crosses the classroom’s door poses this question: What decolonial expressions in teaching practices of the teachers, despite the colonial context imposed in brazilian’s public high schools in our day? Thus, we understand it as traditional issue, because it goes in the direction of the fundamentals that we believe to be. The study is characterized as a qualitative and documental research, with theoretical bibliographic research headed to the field of post-critical theories, where the main question is present in the title, we investigate the teaching profession in relation to the study of decoloniality and its disciplinary unfolding in evaluative practices, that is, in the classroom. These aspects are not opposed, they are, on the contrary, interconnected. To achieve this general objective, we divided our writing into four sections, all of which were dissertative and divided into subsections, where we sequentially discussed based on the following stages of investigation: bibliographic review, documental study and conducting interviews. As a theoretical foundation, we problematize Aníbal Quijano (2007, 2012), Catherine Walsh (2013), Cipriano Luckesi (2005), José Carlos Libâneo (1994), Nelson Maldonado-Torres (2012) and Walter Mignolo (2008), among other authors and national curriculum parameters that contributed to this research. If decoloniality exists, or something possible, there are a lot of possibilities of making the teacher's work more aware, looking forward to a more benevolent and dynamic world. With a deep analysis of the documents that govern Brazilian education, especially regarding the evaluative practice of teachers, such as a study of didactic mechanisms, in addition to the observation in loco that allows a better conclusion after the bibliographic research, this research is based on semi-structured interviews, that is, in the application of questionnaires made with teachers from two schools in the city of Mossoró-RN, one in the urban area and the other in the rural area. Thus, the interpretative, investigative, and discursive analysis ways were fundamental to show a plausible explanation of the teacher's evaluative practices in their formative language environment. Coloniality can be surpassed by the understanding that the human being, as himself, can have a transformative and intimate language. We, basic education teachers, have an ethical responsibility with the reinterpretation of our evaluative actions. In this sense, we can build a more critical-reflective and decolonial education in our professional practice, as mediators of information and schooling. It is advised to open our eyes to new ponderations about the concretization of decoloniality, as well as about the integral developing of the teacher for a more humanized evaluative practices in basic education, in a way that the professional practice follows the decolonialization that shows itself in contemporary research and educative actions from a colonized country.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAvaliaçãopt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectPráticas docentespt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.titleAvaliação, decolonialidade e práticas docentespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0000-0001-9061-6287pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7256169674435375pt_BR
dc.contributor.advisor1Araújo, Josélia Carvalho de
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7513-6621pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6959230069047497pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Josélia Carvalho de
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7513-6621pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6959230069047497pt_BR
dc.contributor.referee2Bezerra, Josenildo Soares
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9324-6664pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3081353090677062pt_BR
dc.contributor.referee3Tamanini, Paulo Augusto
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-6963-2952pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/2405551882781242pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMossorópt_BR
dc.publisher.programOutropt_BR
dc.publisher.programOutropt_BR
dc.publisher.initialsIFRNpt_BR
dc.subject.cnpqCiências humanaspt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa modula-se à luz de uma problemática que surgiu a partir de uma inquietação pessoal, de uma aflição que amedronta todo aquele que se dedica profundamente a uma profissão na área educacional. Esse questionamento surgiu quando nos referimos a isto ou àquilo específicos da profissão de professor. No tocante ao nosso caso são as práticas avaliativas do professor que nos preocupa, mais precisamente, acentua-se o seguinte questionamento: quais avaliações devem ser aplicadas com métodos e técnicas de ensino que não sejam coloniais?. É a avaliação que nos perturba; a definição da prática a ser seguida nas escolas, além do modus operandi do docente em sala de aula. Todas essas questões são de extrema importância e são necessárias ao trabalho docente, logo é devido ao professor que se devem essas preocupações e todas as outras que aparecem no cotidiano escolar. Para tanto, o que nos incomoda é que, percebamos ou não, a cada professor que cruza a porta da sala de aula essa questão é vislumbrada: quais os sentidos da decolonialidade nas práticas docentes dos professores, apesar do contexto da colonialidade imposto no Ensino Médio público brasileiro, na atualidade? Assim, a compreendemos como uma questão tradicional, visto que se dirige aos fundamentos daquilo que acreditamos ser. Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa e documental, com investigação teórica bibliográfica direcionada para o campo das teorias póscríticas, nas quais a questão principal faz-se presente no título, visto que investigamos o ofício de professor em relação ao estudo da decolonialidade e o seu desdobramento disciplinar nas práticas avaliativas, isto é, em sala de aula. Esses aspectos não se opõem, são, pelo contrário, interligados. Para atingir este objetivo geral dispusemos o nosso escrito dividido em quatro seções, todas elas dissertativas e divididas por subseções, nas quais discutimos, sequencialmente, mediante as seguintes etapas de investigação: revisão bibliográfica, estudo documental e realização de entrevistas. Como fundamento teórico, problematizamos Aníbal Quijano (2007, 2012), Catherine Walsh (2013), Cipriano Luckesi (2005), José Carlos Libâneo (1994), Nelson Maldonado-Torres (2012) e Walter Mignolo (2008), e dentre outros autores e parâmetros curriculares nacionais que contribuíram para esta pesquisa. Se há a decolonialidade, ou algo possível, não se esgotam as possibilidades de um fazer docente mais consciente, visando um mundo mais benevolente e dinâmico. Com a análise profunda dos documentos que regem à educação brasileira, especialmente no tocante à prática avaliativa dos docentes, como um estudo de mecanismos didáticos, além da observação in loco que possibilite uma melhor conclusão posterior à pesquisa bibliográfica, esta pesquisa embasa-se em entrevistas semiestruturadas, isto é, na aplicação de questionários realizados com professores de duas escolas da cidade de Mossoró/RN, uma na zona urbana e a outra na zona rural. Outrossim, as vias interpretativa, investigativa e análise discursiva foram fundamentais para mostrar uma explicação plausível das práticas avaliativas do docente em seu ambiente da linguagem formativa. A colonialidade pode ser superada pela compreensão de que o ser humano, por si próprio, pode ter uma linguagem transformadora e íntima. Nós, docentes da educação básica, temos a responsabilidade ética para com a reinterpretação das nossas ações avaliativas. Nesse sentido, podemos construir uma educação mais crítica-reflexiva e decolonial em nosso fazer profissional, como mediadores da informação e da escolarização. Aconselha-se abrir os olhos para novas ponderações sobre a concretização da decolonialidade, bem como sobre o desenvolvimento integral do professor para a prática avaliativa mais humanizada na educação básica, de modo que o exercício profissional acompanhe o despontar decolonial que se apresenta na pesquisa contemporânea e na ação educativa de um país colonizado.pt_BR
dc.relation.referencesAFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação e emancipação. 4. ed. São Paulo/SP: Cortez, 2009. BACON, Francis. Novum Organum ou Verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza/Nova Atlântida. Tradução e notas de José Aluysio Reis de Andrade. São Paulo: Abril Cultural, 1979. BECKER, F. Um divisor de águas. Coleção Memória da Pedagogia, v. 1, n. 1, p. 24-33, 2005. BRASIL, Senado Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei nº 9394, 20 de dezembro de 1996. Brasília: Subsecretaria de Edições Técnicas, 2002. BRASIL. Ministério da Educação. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: ciências humanas e suas tecnologias. Brasília-DF, 2006. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_03_internet.pdf. Acesso em: 26 jul. 2021. BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. CALDEIRA, Anna M. Salgueiro. Avaliação e processo de ensino-aprendizagem. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 3, p. 53-61, set. /out. 1997. CALDEIRA, Anna M. Salgueiro. Resinificando a Avaliação Escolar. Comissão Permanente de Avaliação Institucional: UFMG-PAIUB. Belo Horizonte: PROGRAD/UFMG, 2000. p. 122-129 (Cadernos de Avaliação, 3). CASTRO-GÓMEZ, S.; GROSFOGUEL, R.; El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2007. CASTRO, J. D. A estratégia do desenvolvimento, tradução de Antônio Melo. Lisboa: Cadernos Seara Nova Economia, 1971. DEMO, Pedro. Teoria e prática da avaliação qualitativa. Temas do 2º Congresso Internacional sobre Avaliação na Educação. Curitiba, Paraná, 2004. p. 156-166. DIAS, A. A. Da educação como direito humano aos direitos humanos como princípio educativo. In: Educação em Direitos Humanos: Fundamentos teórico-metodológicos/Rosa Maria Godoy Silveira, et al. – João Pessoa: Editora Universitária, 2007. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/fundamentos /26_cap_3_artigo_04.pdf. Acesso em: 13 de abril de 2022. DIAS SOBRINHO, José. Avaliação: políticas e reformas da Educação Superior. São Paulo: Cortez, 2003. DUSSEL, Enrique. Para uma ética da libertação latino-americana I. Acesso ao ponto de partida da ética. São Paulo: UNIMEP; Loyola, 1993. DUSSEL, Enrique. Filosofia na América Latina: filosofia da libertação. São Paulo: Loyola, 2019. ESTEBAN, Maria Tereza. Pedagogia de Projetos: entrelaçando o ensinar, o aprender e o avaliar à democratização do cotidiano escolar. In: SILVA, J. F.; HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (org.). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. p. 81-92. ESTEBAN, Maria Tereza. O Que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo – EDUSP, 2002. FERREIRA, Luciana Almeida Severo. Avaliação: os professores sabem seu real significado. Dissertação (Especialização em Gestão Educacional). Centro de Educação, Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, 2004. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 49. Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2014. FERNANDES, R. F. Causas da evasão escolar da educação básica na percepção de alunos da educação de jovens e adultos. Distrito Federal: Universidade de Brasília, dezembro, 2013. FOUCAULT, M. Segurança, território, população: curso no Collège de France (1977-1978). Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008. GATTI, Bernadete A. O Professor e a avaliação em sala de aula. Estudos em Avaliação Educacional, n. 27, p. 97-113, jan./jun. 2003. GROSFOGUEL, Ramón. Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos póscoloniais: trans modernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 80, Coimbra, 2008, p. 115-147. HADJI, Charles. A Avaliação desmitificada. Porto Alegre: Artmed, 2001. HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação Mediadora: Uma prática em Construção da PréEscola à Universidade. Porto alegre: educação & realidade, 2002. HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliar para promover: As Setas do Caminho. Porto Alegre: Mediação, 2006. LIBÂNEO, José Carlos. Prática Educativa e Sociedade Didática. São Paulo: Cortez, 1994. LIMA, Paulo Gomes; SANTOS, Sandra Mendes dos. O coordenador pedagógico na educação básica: desafios e perspectivas. Educare et educare: Revista de Educação, v. 2, n. 4, p. 77-90, jul./dez. 2007. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem na escola: Reelaborando Conceitos e Recriando a Prática. Salvador: Malabares comunicação e eventos, 2005. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar: Estudos e Proposições. São Paulo: Cortez, 2006. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2002. LUCKESI, Cipriano Carlos. Considerações gerais sobre avaliação no cotidiano escolar. IP – Impressão Pedagógica, 2004, v. 36: p. 4-6. MALDONALDO-TORRES, Nelson. Sobre la colonialidad del ser: contribuciones al desar-rollo de un concepto. In: CASTRO-GÓMES, Santiago; GROSFOGUEL, Ramón. El giro de-colonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá, 2007. MIGNOLO, Walter. Histórias Globais/projetos Locais. Colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. MIGNOLO, Walter. A colonialidade de cabo a rabo: o hemisfério ocidental no horizonte conceitual da modernidade. In: LANDER, E. (Org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 71-103. MIGNOLO, Walter. Novas reflexões sobre “Ideia da América Latina”: a direita, a esquerda e a opção decolonial. Caderno CRH, v. 21, n. 53, p. 239-252, 2008. MONASTA, A. Antônio Gramsci. Recife: Joaquim Nabuco, 2010. NOVAIS, Fernando. O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial. In. MOTA, Carlos Guilherme (org.). Brasil em perspectiva. São Paulo: Difel, 1992. OLIVEIRA, Veroneide Maria de; CARVALHO, Aristeu Antônio Oliveira de; ARAÚJO, Josélia Carvalho de. Concepção de interdisciplinaridade na docência no Ensino Fundamental. In: VIEIRA, Jhose Iale Camelo da Cunha; ARAÚJO, Josélia Carvalho de; EVANGELISTA, Jucieude de Lucena; SILVA, Moacir Vieira da (Org.). O ensino e suas expressões: tecnologias, direitos humanos, artes e interdisciplinaridade. São Paulo: Pimenta Cultural, 2020. Disponível em: https://www.academia.edu/44519405/O_ensino_e_suas_express%C3%B5es_tecnologias_direitos_h umanos_artes_e_interdisciplinaridade. Acesso em: 17 set. 2022. OLEQUES, Rose Carla Mendes. Avaliação da aprendizagem escolar: o papel da avaliação e sua utilização pelo professor na sala de aula. Maio 2009. Disponível em: www.partes.com.br/educação/avaliacaoaprendizagem. Acesso em: 4 fev. 2022. PAIVA, José Maria de; PUENTES, Roberto Valdés. A proposta jesuítica de Educação - uma leitura das constituições. Comunicações, São Paulo, nov. 2000. Disponível em: http//www.unimep.br/jmpaiva/a-proposta-jesuítica-de-educação.pdf. Acesso em: 9 jul. 2022. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. QUIJANO, Anibal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, Edgardo. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais - perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires: CLACSO, p. 107-130, 2005. QUINQUER, Dolors. Modelos e Enfoques Sobre a Avaliação: O Modelo Comunicativo. In: Ballester, Margarita (Org.). Avaliação como apoio à aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2003. ROCHA, Everardo Pereira Guimarães. O que é etnocentrismo? Col. Primeiros Passos. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática da avaliação e reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 1988. SECO, A. P.; AMARAL, T. C. I. do. Marquês de Pombal e a reforma educacional brasileira. Disponível em: http://histedbr.fae.unicamp.br/navegando/períodopombalinointro. Acesso em: 9 jul. 2022. SORDI, Mara Regina L. de. Alternativas propositivas no campo da avaliação: por que não? In: CASTANHO, Sérgio; CASTANHO, Maria Eugênia (org.). Temas e textos em metodologia do Ensino Superior. Campinas, SP: Papirus, 2001. TROULLOT, Michel-rolph. “Norte, Atlantic Universals: analytical Fictions, 1492-1945”, trimestral atlântico Sul, n. 101, 2002. UNICEF. Acesso, permanência, aprendizagem e conclusão da Educação Básica na idade certa – Direito de todas e de cada uma das crianças e dos adolescentes / Fundo das Nações Unidas para a Infância. - Brasília: UNICEF, 2012. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/ Acesso em: 20 de maio de 2020. WALSH, Catherine. La educación Intercultural en la Educación. Peru: Ministerio de Educación. (Documento de trabalho), 2001. WALSH, Catherine. Introducion - (Re) pensamiento crítico y (de) colonialidad. In: WALSH, C. Pensamiento crítico y matriz (de)colonial. Reflexiones latinoamericanas. Quito: Ediciones Abyayala, 2005. p. 13-35. WALSH, Catherine E.; MIGNOLO, Walter; LINERA, Álvaro García. Interculturalidad, descolonización del estado y del conocimiento. Ediciones del Signo, 2006. WALSH, Catherine E. Interculturalidad y colonialidad del poder. Un pensamiento y posicionamiento “otro” desde la diferencia colonial. El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global, p. 47-62, 2007. WALSH, Catherine E. Interculturalidade Crítica/Pedagogia Decolonial. In: Memórias del Seminário Internacional “Diversidad, Interculturalidad y Construcción de Ciudad”, Bogotá: Universidad Pedagógica Nacional 17-19 de abril de 2007. WALSH, Catherine E. Pedagogias decoloniales: práticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re)vivir. Tomo I. Quito, Equador: Ediciones Abya-Yala, 2013.pt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples