| dc.relation.references | ASSIM é o mapa do mundo de acordo com os idiomas que estudamos. 2016. Disponível em:
<https://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/07/internacional/1462632018_064743.html. Acesso
em: 02 maio 2017.
BAESSO, D. C. P. O letramento digital: um novo olhar na prática da supervisão escolar.
2006. 34f. Monografia (Graduação)- Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro. 2006.
Disponível em: <
https://http://www.avm.edu.br/monopdf/5/DEISE%20CARRI%C3%87O%20PORTO%20BA
ESSO.pdf >. Acesso em: 6 jul. 2016.
BRASIL é 79º colocado em ranking mundial de velocidade de conexão à internet.
2017.Disponível em: < http://www.gazetadopovo.com.br/economia/nova-economia/brasil-eo-79-colocado-em-ranking-mundial-de-velocidade-de-conexao-a-internet0voa58hr6vjmphzvhk6h74eax>. Acesso em: 12 maio 2018.
BORTONI-RICARDO, S. M. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa.
São Paulo: Parábola Editorial, 2008. v. 2.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos. Brasília, DF, 2007.
BROWN, H. D. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy. 2nd
ed. Longman: San Francisco, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Portaria. nº 522, de 9 de abril de
1997. Cria o Programa Nacional de Informática na Educação. Brasília-DF, 1997a.
Disponível em: . Acesso em: 12 jan. 2018.
BUZATO, Marcelo E. K. Letramentos digitais e formação de professores. In: CONGRESSO
IBERO-AMERICANO EDUCAREDE, 3., 2006. Anais... Disponível em:
<http://www.academia.edu/1540437/Letramentos_Digitais_e_Forma%C3%A7%C3%A3o_de
_Professores>. Acesso em: 25 fev. 2017.
CARMO, Josué G. Botura. O letramento digital e a inclusão social. Disponível
em: <http://www.educacaoliteratura.com.br/index%2092.htm/>. Acesso em: 3 mar. 2017.
CASTELLS, M. O poder da identidade. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. 530p. v. 2.
COSCARELLI, Carla; RIBEIRO, Ana Elisa. Letramento Digital: aspectos sociais e
possibilidades pedagógicas. 3. ed. Belo Horizonte: Ceale: Autêntica, 2014.
COSTA, Giselda dos Santos. Mobile learning: explorando potencialidades com o uso do
celular no ensino-aprendizagem de língua estrangeira com alunos da escola pública. 2013.
Tese (Doutorado em Letras)–Universidade Federal de Pernambuco, Recife.
COX, M. I. P.; PETERSON, A. A. (Org). O drama do ensino de inglês na escola pública
brasileira. In: PETERSON, A. A. de. Línguas estrangeiras: para além do método. Cuiabá:
UFMT, 2008, p. 19-54.
CRESCENTE, Mary Louise; Lee, Doris. "Critical issues of M-Learning: design models,
adoption processes, and future trends". Journal of the Chinese Institute of Industrial
Engineers, v. 28, n. 2, p. 111–123, 2011.
DAMIANI, M. F, et al. Discutindo pesquisas do tipo intervenção pedagógica. Pelotas, v. 1,
n. 45, p. 57-67, maio/ago., 2013. Disponível em:
<https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/caduc/article/viewFile/3822/3074>. Acesso em: 27 de nov.2017.
DUDENEY, Gavin; HOCKLY, Nick; PEGRUM, Mark. Letramentos digitais. Tradução de
Marcos Marcionilo. 1. ed. São Paulo: Parábola editorial, 2016.
FAVA, Rui. Educação 3:0: como ensinar estudantes com culturas tão diferentes. Cuiabá:
Carlini e Caniato, 2012.
FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1986.
FERREIRA, E. Jovens, Telemóveis e Escola. Dissertação de Mestrado em Gestão de
Sistemas de e-Learning. Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade Nova de Lisboa. Lisboa, 2009.
FISHER, C. R. Formação tecnológica e o professor de inglês: explorando níveis de
letramento digital. 2007. 228f. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da
Linguagem)– Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. 2007. Disponível
em: <http://http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=6
7072 >. Acesso em: 8 jul. 2017.
GEDDES, S. J. Mobile learning in the 21st century: Benefit to learners. 2004.
Disponivel em: http://knowledgetree.flexiblelearning.net.au/edition06/download/geddes.pdf. .
Acessado em: 05 de mai. 2016.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
______. Metodologia do ensino superior. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
SpaceX lança foguete com sucesso e dá início a projeto de internet por satélite, Gizmodo, 2018. Disponível em:< https://gizmodo.uol.com.br/space-x-foguete-internet-satelite/>. Acesso em 17 maio 2018.
GOVERNO lança programa para levar internet via satélite a municípios sem conexão
Disponível em: < http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-03/governo-lancaprograma-para-levar-internet-satelite-municipios-sem-conexao Acesso em: 14 /03/2018.
GRINSPUN, Miriam P. S. Zippin (Org.). Educação tecnológica: desafios e perspectivas. São
Paulo: Cortez, 1999.
HADFIELD, Jill. Elementary communicative games: a collection of games and activities
for elementary students of English. Edinburgh, UK: Nelson, 1985.
IBGE. Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para uso
Pessoal: 2014. Rio de Janeiro, 2016. 89p. Disponível em:
< http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv95753.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2016.
JUDSON, E.; SAWADA, D. Audience response systems: Insipid contrivances or
inspiringtools? In: AUDIENCE response systems in higher education: Applications and
Cases. HersheyPA: Information Science Publishing. Keepad Interactive, 2006. Disponível
em: <http://www.keepad.com/home.php>. Acesso em: 10 mar. 2018.
KENSKI, Vania Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. São Paulo:
Papirus, 2007.p. 101.
______. Tecnologias e ensino presencial e a distância. 9. ed. Campinas: Papirus, 2012.
KOSCHEMBAHR, C. Mobile Learning: the next evolution. Local: Hawaii Chief Learning
Officer, 2005.
KLEIMAN. Ângela. Preciso “ensinar” o letramento? Não basta ensinar a ler e escrever?
Campinas: Cefiel- Unicamp, 2005.
KUKULSKA-HULME, A.et al. Innovation in Mobile Learning: a European Perspective.
International Journal of Mobile and Blended learning, v. 1, n. 1, p. 13-35, 2009.
LÉVY, P. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na era da Informática.
Local: São Paulo Ed. 34, 1998.
______. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.
______. Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância. Campinas: Papirus, 2017. p. 50,71
LEMOS, L. L.; SANTANA, S. M. Dependência de jogos eletrônicos: a possibilidade de um
novo diagnóstico psiquiátrico. Revista de Psiquiatria Clínica. v. 39, n. 1, 2012, p. 28-33.
https://doi.org/10.1590/S0101-60832012000100006
MAYRINK, Mônica Ferreira; ALBUQUERQUE-COSTA, Heloísa. Ensino presencial e
virtual em sintonia na formação em línguas estrangeiras. The ESPecialist, [s.l.], v. 38, n. 1,
jul. 2017. Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/index.php/esp/article/view/32218>.
Acesso em: 28 ago. 2017.
MERCADO, Luis Paulo Leopoldo (Org). Novas tecnologia na educação: reflexões sobre a
prática. Maceió: EDUFAL, 2002.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. 18
ed. Petrópolis: Vozes, 1998.
MISHRA, P.; KOEHLER, M. Too cool for school? No way! Using the TPACK
framework: You can have hot tools and teach with them too. Local: US & Canada. Learning
& Leading woth technology, 2009. p.14-18.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas
tecnologias e mediação pedagógica. 21. ed. Campinas: Papirus, 2013.
MOURA, A. Apropriação do telemóvel como ferramenta de mediação em Mobile
Learning: estudo de caso em contexto educativo. Tese (Doutorado em Ciências da
Educação)-Universidade do Minho. Braga. 2010. Disponível em: <http://
http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/13183>. Acesso em: 25 abr. 2018.
MUNDAY, P. The case for using DUOLINGO as part of the language classroom expirience.
Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, v. 19, n. 1, p. 83-101, 2016. Disponível
em: <http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.1.14581>. Acesso em 15 set. 2016.
NOVO Ensino Médio deve ser implementado a partir de 2019. 2017. Disponível em:
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-02/novo-ensino-medio-deve-serimplementado-partir-de-2019-diz-ministro>. Acesso em: 8 abr. 2017.
OLIVEIRA, Nielmar de. Acesso à internet por TV já é maior do que por tablet, diz IBGE.
2018. Rio de Janeiro: Agência Brasil, 2018. Disponível em:
<http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-04/acesso-internet-por-tv-ja-e-maiordo-que-por-tablet-diz-ibge>. Acesso em: 28 mar. 2018.
OLIVEIRA,Estevão D.S et al. Proposta de um modelo de cursos baseado em mobile
learning: Um experimento com professores e tutores no Whatsapp. 2014. Disponível em:
<http://esud2014.nute.ufsc.br/anais-esud2014/files/pdf/128186.pdf.> Acesso em: 10 maio
2018.
PARRY, D. On Teaching Mobile Literacy. EDUCAUSEReview, v. 46, n. 2. p. 16, abr. 2011.
Disponível em: <https://er.educause.edu/~/media/files/article-downloads/erm1120.pdf.>.
Acesso em: 2 abr. 2018.
PEREIRA, João Thomaz. Educação e sociedade da informação. In: COSCARELLI, Carla
Viana e RIBEIRO, Ana Elisa (Org.). Letramento Digital: aspectos sociais e possibilidades
pedagógicas. 3º ed. Belo Horizonte: Ceale, 2014.
PETIT, Thomas; SANTOS, Gilberto Lacerda. A aprendizagem não formal da língua
estrangeira usando o smartphone: por quê voltamos a metodologias do século XIX?
2013. Disponível em: .< http://www.nehte.com.br/simposio/anais/Anais-Hipertexto2013/A%20aprendizagem%20n%C3%A3o%20formal%20da%20l%C3%ADngua%20estrangeira%20usando%20o%20smartphone%20-%20por%20qu%C3%AA%20voltamos%20a%20metodologias%20do%20s%C3%A9culo%20XIX.pdf>. Acesso em: 25 jul 2016.
REGINA, C. Pinheiro; CAVALCANTE, Graça R. M.; AMORIM, Nícolas O. Jogos digitais
para a alfabetização: avaliando e reconfigurando o jogo ― Batalha Naval‖. Domínios de
Lingu@gem, Uberlândia vol.12, n.1 jan.-marc. 2018. Disponível em: https://
www.seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/download/38614/21982
98
PRENSKY, Marc. Digital Natives Digital Immigrants. In: PRENSKY, Marc.(Org.). On the
Horizon. Local: Chicago, USANCB University Press, 2001. Disponível em:
<http://www.marcprensky.com/writing/Prensky%20%20Digital%20Natives,%20Digital
%20Immigrants%20-%20Part1.pdf>. Acesso em: 19 jun. 2016.
PORTO, Cristina Vasconcelos. Interagindo e aprendendo com a tecnologia: a webquest
na sala de aula de línguas. In: The ESPecialist: Descrição, Ensino e Aprendizagem, Vol. 38 No. 1, p.03, São Paulo, SP, 2017. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/esp/article/viewFile/32221/23257.
Acesso em: 15 de maio de 2018.
PROVEDORES regionais tem papel fundamental nas áreas remotas. ANO. 2016. Disponível
em: Disponivel em: < http://www.abranet.org.br/Noticias/TIC-Educacao:-provedoresregionais-tem-papel-fundamental-nas-areasremotas1549.html?UserActiveTemplate=site&UserActiveTemplate=mobile%252Csi>.
Acesso em: 8 ago. 2017.
RECUERO, Raquel. A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e
redes sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2012.
PURIFICAÇÃO, Glaucia da Silva Brito Ivonélia da. Educação e Novas Tecnologias um
repensar. 3. ed. Local:Rio de Janeiro, RJ Ibpex, 2011.
SACCOL, Amarolinda et al. M-learning e u-learning: novas pespectivas das aprendizagem
móvel e ubíqua. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
SHARMA, S. K.; KITCHENS, Q. E. Web services model for mobile, distance anddistributed
learning using service-oriented architecture. International Journal of Mobile
Communications, local, Geneva, Switzerland p. 178-192. 2006
SHARPLES, M. The design of personal mobile Technologies for lifelong learning.
Computers & Education, v. 34, p 177-193, 2000.
SHETZER, H.; WARSCHAUER, M. An electronic literacy approach to network-based
language teaching. In: WARSCHAUER, M; KERN, R. (Org.). Network-based Language
Teaching: Concepts and Practice. Nova York: Cambridge University Press, 2000. p. 171-185.
SOUZA, Ana Lúcia Silva; CORTI, Ana Paula; MENDONÇA, Márcia. Letramentos no
ensino médio. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
SOUZA, Bruno de. Modelos educacionais para dispositivos móveis. 2013. Disponível
em: <http://www.educamovel.org/modelos-educacionais-dispositivos-moveis>. Acesso em: 13 fev. 2018.
SPACEX começa a testar seu ambicioso projeto de internet por satélite nos próximos dias
Disponível em :<http://gizmodo.uol.com.br/spacex-internet-satelite/>. Acesso em: 18 fev.
2018.
99
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2011.
TRAXLER, John. Current state of mobile learning. Mobile learning: Transforming the
delivery of education and training, local, Edmonton, AB v. 1, p. 9-24, 2009.
TRIFONOVA, A. Mobile Learning – review of the literature. Technical Report DIT-03-
009, University of Trento, March 2003. Disponível em:
http://<eprints.biblio.unitn.it/archive/00000359/ . Acesso em: 18 Fev.2017.
UNESCO - Mobile LearningWeek. 2012. Disponivel em:
http://gbiportal.net/2012/01/27/unesco-mobile-learning-week-report-3-projects-forpolicydevelopment/ Acesso em: 5 jun 2016.
UNESCO. Policy guidelines for mobile learning. 2013. Disponível em :
http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002196/219641e.pdf . Acesso em: 18 Out. 2016.
VALADARES, M. G. P. F.; MURTA, C. A. Aplicativos móveis para aprendizagem de
línguas: Duolíngo e Sentence Builder. In: ENCONTRO VIRTUAL DE DOCUMENTAÇÃO
EM SOFTWARE LIVRE E CONGRESSO INTERNACIONAL DE LINGUAGEM E
TECNOLOGIA ONLINE., 13., 2016, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte, 2016. v. 5.
Acesso em: 20 out. 2016.
VISIONA TECNOLOGIA ESPACIAL. Dica de Leitura . Disponível em: <
http://www.visionaespacial.com.br/sgdc>. Acesso em: 4 maio 2017.
WARSCHAUER, M. The changing global economy and the future of English teaching. Tesol
Quaterly, v. 34, n. 3, p. 511-535, 2000.
WINTERS, N. What is mobile learning. In: M. Sharples (Ed.). Big issues in mobile learning.
Report. University of Nottingham. 2007. Disponível em:
<http://www.lsri.nottingham.ac.uk/Publications_PDFs/BIG_ISSUES_REPORT_PUBLISHE
D.pdf>. Acesso em: 4 mar. 2018.
ZICHERMANN, G.; CUNNINGHAM, C. Gamification by Design: Implementing game
mechanics in web and mobile apps. Local: Toronto, Canada.Sebastopol: O'Reilly Media Inc,
2011. | pt_BR |