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dc.creatorCosta, Ana Luiza Vilela
dc.creatorBarros, Maria Luiza da Silva
dc.date.accessioned2026-02-03T12:41:23Z
dc.date.available2026-01-07
dc.date.available2026-02-03T12:41:23Z
dc.date.issued2026-01-07
dc.identifier.urihttp://memoria.ifrn.edu.br/handle/1044/3092
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTeste de Turingpt_BR
dc.subjectInteligência Artificialpt_BR
dc.subjectGoogle Geminipt_BR
dc.titleMáquinas podem pensar ? Uma aplicação do Teste de Turing no Google Geminipt_BR
dc.typeOutropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCanguaretamapt_BR
dc.publisher.initialsIFRNpt_BR
dc.description.resumoAs máquinas podem pensar? Esse questionamento levou Alan Turing a publicar, em 1950, o artigo Computing Machinery and Intelligence, no qual propõe o chamado “Jogo da Imitação”, mais conhecido como Teste de Turing. O teste tem como objetivo avaliar se um computador digital é capaz de apresentar um comportamento indistinguível do humano em uma conversação. Para Turing, caso uma máquina fosse capaz de obter êxito nesse teste, poderia ser considerada, ao menos em princípio, dotada de algum tipo de inteligência. Sem considerar o mérito da hipótese do autor supracitado, o objetivo deste presente trabalho é, com efeito, apresentar uma versão adaptada do determinado Teste de Turing, principalmente com base no desenvolvimento recente das chamadas “IAs generativas”, a partir de sua aplicação em uma delas em específico: Google Gemini. Dessa forma, buscamos construir um sistema web que seja capaz de simular o teste proposto, utilizando das ferramentas de desenvolvimento para a internet: PHP, HTML e CSS.pt_BR


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